Grupo municipal socialista lamenta postura do PSD na Praia da Vitória

Praia da VitóriaO grupo municipal do Partido Socialista na Assembleia Municipal da Praia da Vitória lamentou, esta semana, a postura da Comissão Política Concelhia do PSD por “insiste em brincar com os números para esconder incapacidade de ajudar no futuro do concelho”.

Em comunicado, os socialistas lamentam, igualmente, que apesar da mudança de caras “a forma de estar na política não se alterou”.

“Insistem em confundir os Praienses, ajeitando os números a uma narrativa que querem fazer passar por realidade, mas que é amplamente destruída pela verdade”, referem.

Os eleitos do PS desmentem a alegada “redução drástica nos investimentos realizados com cofinanciamento da União Europeia”, referindo que, para 2016, “estão previstos investimentos no Concelho na ordem dos 5,9 milhões de euros, os quais serão executados porque já saíram os avisos referentes a estes projetos”.

Relativamente às transferências para a Associação Salão Teatro Praiense (ASTP), os socialistas referem que a posição do PSD da Praia da Vitória “é demagógica”, porque “usam a informação de forma descontextualizada, apenas e só para fazer passar uma imagem de risco e de falta de cultura democrática”.

“Resumir esta Entidade a “uma Associação” revela bem o desprezo que o PSD Praia tem por um organismo que presta um serviço de enorme
valor e excelência neste concelho”, constatam.

No que diz respeito ao Orçamento para 2016, o PS no concelho destaca a alocação de 1/3 das verbas para os programas e projetos da área social e educacional, 16% do orçamento destina-se a abater passivo de médio e longo prazo, libertando cada vez mais verbas para novos investimentos, 30% do plafond global de fundos comunitários reservados para o concelho da Praia será executado em 2016, cerca de 400 mil euros estão reservados para programas de emprego, mais de 2500 famílias do concelho são abrangidas pela tarifa social de água e resíduos, em vigor no início do ano, permitindo uma redução até 30% na fatura da água e resíduos, a aplicação da redução máxima prevista no “IMI familiar”, estando ainda em vigor a taxa mínima deste imposto, o prazo médio de pagamento a fornecedores chegará, em 2016, aos 20 dias.

“Esta é a prova cabal de que com este Executivo as Famílias e os Munícipes estão em primeiro lugar”, concluem.

 

 

 

GMPSPV/+central

 

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