“Falta de investimento” preocupa PSD na Praia da Vitória

Paulo LuísO PSD da Praia da Vitória opôs-se ao Orçamento e Grande Opções do município para 2016, considerando que o documento reflete “o total desinvestimento no Concelho, pelo que não poderíamos novamente dar novamente o benefício de dúvida à câmara municipal socialista, como aconteceu nos últimos dois anos. Votamos e somos contra o Orçamento para 2016”, disse Paulo Luís, em conferência de imprensa.

Segundo o presidente da Comissão Política Concelhia, o Orçamento apresentado “aponta uma redução drástica nos investimentos realizados ao abrigo de programas co-financiandos, representando uma quebra de cerca 40%, ou seja menos 1,2 milhões de euros que em 2015”, explicou.

“A situação já era muito preocupante, mas nas últimas semanas o elenco socialista aprovou a rectificação ao Orçamento de 2015, reduzindo em mais de 2,4 milhões de euros, sobre o inicialmente proposto, diminuindo 75%”, avançou.

“São apenas 687 mil euros que a atual câmara vai investir em 2015 com projectos co-financiados. Trata-se de um cenário verdadeiramente preocupante, e um desinvestimento brutal no desenvolvimento do Concelho e na vida das pessoas, continuado a Praia da Vitória a marcar passo”, disse Paulo Luís.

O social democrata criticou a autarquia por não permitir “o escrutínio e a fiscalização das suas decisões pela Vereação e pela Assembleia Municipal, como mandam as boas práticas democráticas”, frisando que “25% do Orçamento apresentado, cerca de 3,6 milhões de euros, é transferido para uma Associação que não faz parte do grupo de empresas municipais”.

“É um acto de gestão que representa um risco enorme, pois não é apresentado um plano de actividades, nem se explica onde e como se vai gastar o dinheiro. Quando, uma fatia muito significativa do Orçamento não pode ser fiscalizado pelos órgãos eleitos do Município, é um sinal preocupante e revelador da falta de cultura democrática que a câmara promove”, criticou Paulo Luís.

O líder do PSD/Praia da Vitória considera que “as dificuldades financeiras que este elenco socialista impôs a si próprio não pode hipotecar o futuro das pessoas e empresas do nosso Concelho, como está a acontecer”.

Paulo Luís lembrou a proposta do PSD de redução do IMI às famílias, “que inicialmente o PS não queria viabilizar, alegando o impacto significativo de 60 mil euros no Orçamento municipal”.

E acrescentou que, quando o PSD propôs a descida da participação variável do IRS às famílias de 5% para 2,5%, que significaria mais dinheiros nos bolsos das pessoas e empresas do Concelho, o senhor Presidente disse que punha em causa a sustentabilidade da Câmara. Estamos a falar de 216 mil euros”.

“Quando num Orçamento de 14 milhões de euros, um problema de sustentabilidade financeira é ajudar as pessoas e as empresas com 276 mil euros, menos de 2% do total orçamentado, algo vai mal no reino da Praia da Vitória”, afirmou.

Paulo Luís frisou que “há que ter esperança para as pessoas e empresas da Praia da Vitória, porque a mudança vai chegar. E com ela chegarão um novo paradigma e e outro dinamismo de desenvolvimento. Com o PSD, as pessoas e as empresas passarão a ser o centro do desenvolvimento do nosso concelho”, concluiu.

 

 

 

GI PSD/+central

 

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